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domingo, 22 de dezembro de 2024

DE TI SAIRÁ AQUELE QUE HÁ DE REINAR SOBRE ISRAEL

 



2024-12-22

 

DOMINGO IV DO ADVENTO

 

Ano C

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA – Is 45, 8

Desça o orvalho do alto dos céus e as nuvens chovam o Justo.
Abra-se a terra e germine o Salvador.

ORAÇÃO COLETA

Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas,
para que nós que, pela anunciação do anjo,
conhecemos a encarnação de Cristo, vosso Filho,
pela sua paixão e morte na cruz
alcancemos a glória da ressurreição.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.

LEITURA I Miq 5, 1-4ª

«DE TI SAIRÁ AQUELE QUE HÁ DE REINAR SOBRE ISRAEL»

Completando a profecia de Isaías sobre o «Emanuel» (Deus connosco), o profeta Miqueias, seu contemporâneo, anuncia o lugar do nascimento do Messias Salvador e descreve a Sua missão.
Será na cidade davídica de Belém, cujo sobrenome Efrata exprime a fecundidade messiânica, que dará à luz Aquela que será a Mãe do Salvador. Aí nascerá o Rei futuro, que será Pastor do Seu Povo. Com o Seu nascimento, não só trará a Paz, reunindo os filhos de Deus dispersos, como Ele mesmo será a Paz. O Seu nascimento, com efeito, significa a presença de Deus no mundo, o fim do afastamento de Deus com o pecado e a reunificação universal dos irmãos.

LEITURA DA PROFECIA DE MIQUEIAS

Eis o que diz o Senhor: «De ti, Belém-Efratá, pequena entre as cidades de Judá, de ti sairá aquele que há de reinar sobre Israel. As suas origens remontam aos tempos de outrora, aos dias mais antigos. Por isso Deus os abandonará até à altura em que der à luz aquela que há de ser mãe. Então voltará para os filhos de Israel o resto dos seus irmãos. Ele se levantará para apascentar o seu rebanho pelo poder do Senhor, pelo nome glorioso do Senhor, seu Deus. Viver-se-á em segurança, porque ele será exaltado até aos confins da terra. Ele será a paz».

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 79 (80), 2ac.3b.15-16.18-19 (R.4)

Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar,
mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos.
Ou: Mostrai-nos, Senhor, o vosso rosto
e seremos salvos. Repete-se

Pastor de Israel, escutai,
Vós estais sobre os Querubins, aparecei.
Despertai o vosso poder
e vinde em nosso auxílio. Refrão

Deus dos Exércitos, vinde de novo,
olhai dos céus e vede, visitai esta vinha;
protegei a cepa que a vossa mão direita plantou,
o rebento que fortalecestes para Vós. Refrão

Estendei a mão sobre o homem que escolhestes,
sobre o filho do homem que para Vós criastes.
Nunca mais nos apartaremos de Vós,
fazei-nos viver e invocaremos o vosso nome. Refrão

LEITURA II – Hebr 10, 5-10

«Eu venho para fazer a vossa vontade»

A entrada de Jesus no mundo está orientada para o drama da Cruz e o triunfo da Páscoa. O mistério da Encarnação é inseparável do mistério da Redenção. O esplendor da Páscoa ilumina já a aurora do Natal.
O Filho de Deus, preexistente na natureza divina, desde o momento da Sua entrada no mundo pela Encarnação oferece-Se como vítima. E esta oblação divina e humana santifica e salva desde esse momento, virtualmente, unida à sua expressão prática na oblação da Cruz.
Ao assumir a nossa condição humana, para a salvar, aceita os desígnios de Deus sobre Ele e ensina-nos a viver a vida como realização quotidiana da Vontade de Deus, na santificação interior, pela obediência e o amor.


LEITURA DA EPÍSTOLA AOS HEBREUS

Irmãos: Ao entrar no mundo, Cristo disse: «Não quiseste sacrifícios nem oblações, mas formaste-Me um corpo. Não Te agradaram holocaustos nem imolações pelo pecado. Então Eu disse: ‘Eis-Me aqui; no livro sagrado está escrito a meu respeito: Eu venho, ó Deus, para fazer a tua vontade’». Primeiro disse: «Não quiseste sacrifícios nem oblações, não Te agradaram holocaustos nem imolações pelo pecado». E no entanto, eles são oferecidos segundo a Lei. Depois acrescenta: «Eis-Me aqui: Eu venho para fazer a tua vontade». Assim aboliu o primeiro culto para estabelecer o segundo. É em virtude dessa vontade que nós fomos santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita de uma vez para sempre.

Palavra do Senhor.

ALELUIA – Mt 1, 38

Refrão: Aleluia. Repete-se
Eis a escrava do Senhor:
faça-se em mim segundo a vossa palavra. Refrão

EVANGELHO – Lc 1, 39-45

«Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?»

As intervenções de Deus na História da Salvação são, por vezes, designadas como «visitas» do Senhor ao Seu povo. A última intervenção de Deus, com a Encarnação, é também para S. Lucas uma «visita» do Senhor aos Seus (Lc. 1, 68; 7, 16), sendo a família do Precursor a primeira a participar dela e a beneficiar.
Maria aparece intimamente unida a esta «visita» do Senhor ao Seu povo. Ela é, na verdade, a morada de Deus entre os homens, a nova Arca da Aliança, perante a qual, João, ungido pelo Espírito que repousa sobre o Messias, exulta de alegria, à semelhança de David (2 S. 6, 2-16). Em Maria concretiza-se, de algum modo, o encontro de Deus com a humanidade. Ela inicia a era messiânica. É a mulher que assegura ao seu povo a vitória absoluta sobre o pecado e o mal (a saudação de Isabel lembra a que foi dirigida a Judite, após a vitória sobre os seus inimigos).
Esta união continuará no prolongamento da «visita» do Senhor a todos os homens, que é a vida da Igreja.


EVANGELHO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO LUCAS

Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha, em direção a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio. Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio. Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor».

Palavra da salvação.

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS

Aceitai, Senhor, os dons que trazemos ao vosso altar
e santificai-os com o mesmo Espírito
que, pelo poder da sua graça,
fecundou o seio da Virgem santa Maria.
Por Cristo nosso Senhor.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO – Is 7, 14
A Virgem conceberá e dará à luz um filho.
O seu nome será Emanuel, Deus-connosco.

 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Tendo recebido, neste sacramento, o penhor da redenção eterna,
nós Vos pedimos, Senhor:
quanto mais se aproxima a festa da nossa salvação,
tanto mais cresça em nós o fervor
para celebrarmos dignamente o mistério do Natal do vosso Filho.
Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.

 


domingo, 18 de dezembro de 2022

JESUS NASCERÁ DE MARIA, NOIVA DE JOSÉ, FILHO DE DAVID

 


DOMINGO IV DO ADVENTO – ano A – 18DEZ2022

 

MISSA

 

ANTÍFONA DE ENTRADA – Is 45, 8

Desça o orvalho do alto dos céus e as nuvens chovam o Justo.

Abra-se a terra e germine o Salvador.

 

ORAÇÃO COLECTA

Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas,

para que nós que, pela anunciação do anjo,

conhecemos a encarnação de Cristo, vosso Filho,

pela sua paixão e morte na cruz

alcancemos a glória da ressurreição.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus

e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,

por todos os séculos dos séculos.

 

Liturgia da Palavra

 

LEITURA I – Is 7, 10-14

«A virgem conceberá»

 

As leituras deste Quarto Domingo do Advento orientam-se, de maneira directa, para o Nascimento do Senhor. Nele tem lugar central Maria, a Mãe de Jesus. A figura da virgem que há-de dar à luz, anunciada pelo profeta, virá a encontrar a sua realização perfeita na Virgem Maria. A graça que os homens não ousariam sequer imaginar, nem muito menos pedir, como também o rei não quis pedir a Deus um sinal, Deus lha oferece generosamente como porta por onde virá a salvação

 

Leitura do Livro de Isaías

Naqueles dias, o Senhor mandou ao rei Acaz a seguinte mensagem: «Pede um sinal ao Senhor teu Deus, quer nas profundezas do abismo, quer lá em cima nas alturas». Acaz respondeu: «Não pedirei, não porei o Senhor à prova». Então Isaías disse: «Escutai, casa de David: Não vos basta que andeis a molestar os homens para quererdes também molestar o meu Deus? Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: a virgem conceberá e dará à luz um filho e o seu nome será Emanuel».

Palavra do Senhor

 

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 23 (24), 1-2.3-4ab.5-6 (R. 7c e 10b)

 

Refrão: Venha o Senhor: é Ele o rei glorioso. (Repete-se)

 

Do Senhor é a terra e o que nela existe,

o mundo e quantos nele habitam.

Ele a fundou sobre os mares

e a consolidou sobre as águas. (Refrão

 

Quem poderá subir à montanha do Senhor?

Quem habitará no seu santuário?

O que tem as mãos inocentes e o coração puro,

que não invocou o seu nome em vão nem jurou falso. (Refrão

 

Este será abençoado pelo Senhor

e recompensado por Deus, seu Salvador.

Esta é a geração dos que O procuram,

que procuram a face do Deus de Jacob. (Refrão)

 

LEITURA II – Rom 1, 1-7

 

«Jesus Cristo, nascido da descendência de David, segundo a carne. »

 

Jesus Cristo é o Messias anunciado desde longas eras, verdadeiro homem, descendente de David, mas igualmente Filho de Deus, como Ele Se manifestou na ressurreição de entre os mortos. Aí Deus Pai O elevou e Lhe deu o poder supremo e O coroou de glória, da qual torna participantes os que n’Ele crêem.

 

Leitura da Epístola de São Tiago

Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por chamamento divino, escolhido para o Evangelho que Deus tinha de antemão prometido pelos profetas nas Sagradas Escrituras, acerca de seu Filho, nascido, segundo a carne, da descendência de David, mas, segundo o Espírito que santifica, constituído Filho de Deus em todo o seu poder pela sua ressurreição de entre os mortos: Ele é Jesus Cristo, Nosso Senhor. Por Ele recebemos a graça e a missão de apóstolo, a fim de levarmos todos os gentios a obedecerem à fé, para honra do seu nome, dos quais fazeis parte também vós, chamados por Jesus Cristo. A todos os que habitam em Roma, amados por Deus e chamados a serem santos, a graça e a paz de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo

Palavra do Senhor

 

ALELUIA – Mt 1, 23

 

Refrão: Aleluia. (Repete-se)

 

A Virgem conceberá e dará à luz um Filho,

que será chamado Emanuel, Deus connosco. (Refrão)

 

EVANGELHO – Mt 1, 18-24

 

«Jesus nascerá de Maria, noiva de José, filho de David»

 

No Evangelho proclamamos que o anúncio profético da primeira leitura se realizou, à letra, quando a Virgem Santa Maria Se tornou Mãe de Jesus. O desígnio de Deus é um só, e vai-se realizando, através das gerações, apesar da infidelidade dos homens, até atingir o ponto culminante em Jesus Cristo, O qual encarnou pelo poder do Espírito Santo, na Virgem Maria, esposa de José, filho de David.

 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

O nascimento de Jesus deu-se do seguinte modo: Maria, sua Mãe, noiva de José, antes de terem vivido em comum, encontrara-se grávida por virtude do Espírito Santo. Mas José, seu esposo, que era justo e não queria difamá-la, resolveu repudiá-la em segredo. Tinha ele assim pensado, quando lhe apareceu num sonho o Anjo do Senhor, que lhe disse: «José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou é fruto do Espírito Santo. Ela dará à luz um Filho e tu pôr-Lhe-ás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados». Tudo isto aconteceu para se cumprir o que o Senhor anunciara por meio do Profeta, que diz: «A Virgem conceberá e dará à luz um Filho, que será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’». Quando despertou do sono, José fez como o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu sua esposa.

Palavra da salvação.

 

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS

Aceitai, Senhor, os dons que trazemos ao vosso altar

e santificai-os com o mesmo Espírito

que, pelo poder da sua graça,

fecundou o seio da Virgem santa Maria.

Por Cristo nosso Senhor.

 

ANTÍFONA DA COMUNHÃO – Is 7, 14

 

A Virgem conceberá e dará à luz um filho.

O seu nome será Emanuel, Deus-connosco.

 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

 

Tendo recebido, neste sacramento, o penhor da redenção eterna,

nós Vos pedimos, Senhor:

quanto mais se aproxima a festa da nossa salvação,

tanto mais cresça em nós o fervor

para celebrarmos dignamente o mistério do Natal do vosso Filho.

Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.

 

 


domingo, 19 de dezembro de 2021

DONDE ME É DADO QUE VENHA TER COMIGO A MÃE DO MEU SENHOR?

 

 DOMINGO IV DO ADVENTO – ano C – 19DEZ2021 

MISSA

 

ANTÍFONA DE ENTRADA – Is 45, 8

Desça o orvalho do alto dos Céus e as nuvens chovam o Justo.

Abra-se a terra e germine o Salvador.

 

ORAÇÃO COLECTA

Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas, para que nós, que pela anunciação do Anjo conhecemos a encarnação de Cristo, vosso Filho, pela sua paixão e morte na cruz alcancemos a glória da ressurreição.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Liturgia da Palavra

 

LEITURA I – Miq 5, 1-4a

«De ti sairá Aquele que há-de reinar sobre Israel»

 

Completando a profecia de Isaías sobre o «Emanuel» (Deus connosco), o profeta Miqueias, seu contemporâneo, anuncia o lugar do nascimento do Messias Salvador e descreve a Sua missão.

Será na cidade davídica de Belém, cujo sobrenome Efrata exprime a fecundidade messiânica, que dará à luz Aquela que será a Mãe do Salvador. Aí nascerá o Rei futuro, que será Pastor do Seu Povo. Com o Seu nascimento, não só trará a Paz, reunindo os filhos de Deus dispersos, como Ele mesmo será a Paz. O Seu nascimento, com efeito, significa a presença de Deus no mundo, o fim do afastamento de Deus com o pecado e a reunificação universal dos irmãos.

 

Leitura da Profecia de Miqueias

Eis o que diz o Senhor: «De ti, Belém-Efratá, pequena entre as cidades de Judá, de ti sairá aquele que há-de reinar sobre Israel. As suas origens remontam aos tempos de outrora, aos dias mais antigos. Por isso Deus os abandonará até à altura em que der à luz aquela que há-de ser mãe. Então voltará para os filhos de Israel o resto dos seus irmãos. Ele se levantará para apascentar o seu rebanho pelo poder do Senhor, pelo nome glorioso do Senhor, seu Deus. Viver-se-á em segurança, porque ele será exaltado até aos confins da terra. Ele será a paz».

Palavra do Senhor

 

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 79 (80), 2ac.3b.15-16.18-19 (R.4)

 

Refrão: Mostrai-nos, Senhor, o vosso rosto

e seremos salvos. (Repete-se)

 

Pastor de Israel, escutai,

Vós estais sobre os Querubins, aparecei.

Despertai o vosso poder

e vinde em nosso auxílio. (Refrão)

 

Deus dos Exércitos, vinde de novo,

olhai dos céus e vede, visitai esta vinha;

protegei a cepa que a vossa mão direita plantou,

o rebento que fortalecestes para Vós. (Refrão)

 

Estendei a mão sobre o homem que escolhestes,

sobre o filho do homem que para Vós criastes.

Nunca mais nos apartaremos de Vós,

fazei-nos viver e invocaremos o vosso nome. (Refrão)

 

 

LEITURA II – Hebr 10, 5-10

 

«Eu venho para fazer a vossa vontade»

 

A entrada de Jesus no mundo está orientada para o drama da Cruz e o triunfo da Páscoa. O mistério da Encarnação é inseparável do mistério da Redenção. O esplendor da Páscoa ilumina já a aurora do Natal.

O Filho de Deus, preexistente na natureza divina, desde o momento da Sua entrada no mundo pela Encarnação oferece-Se como vítima. E esta oblação divina e humana santifica e salva desde esse momento, virtualmente, unida à sua expressão prática na oblação da Cruz.

Ao assumir a nossa condição humana, para a salvar, aceita os desígnios de Deus sobre Ele e ensina-nos a viver a vida como realização quotidiana da Vontade de Deus, na santificação interior, pela obediência e o amor.

 

Leitura da Epístola aos Hebreus

Irmãos: Ao entrar no mundo, Cristo disse: «Não quiseste sacrifícios nem oblações, mas formaste-Me um corpo. Não Te agradaram holocaustos nem imolações pelo pecado. Então Eu disse: ‘Eis-Me aqui; no livro sagrado está escrito a meu respeito: Eu venho, ó Deus, para fazer a tua vontade’». Primeiro disse: «Não quiseste sacrifícios nem oblações, não Te agradaram holocaustos nem imolações pelo pecado». E no entanto, eles são oferecidos segundo a Lei. Depois acrescenta: «Eis-Me aqui: Eu venho para fazer a tua vontade». Assim aboliu o primeiro culto para estabelecer o segundo. É em virtude dessa vontade que nós fomos santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita de uma vez para sempre.

Palavra do Senhor

 

ALELUIA – Mt 1, 38

 

Refrão: Aleluia (Repete-se)

 

Eis a escrava do Senhor:

faça-se em mim segundo a vossa palavra. (Refrão)

 

EVANGELHO – Lc 1, 39-45

 

«Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?»

 

As intervenções de Deus na História da Salvação são, por vezes, designadas como «visitas» do Senhor ao Seu povo. A última intervenção de Deus, com a Encarnação, é também para S. Lucas uma «visita» do Senhor aos Seus (Lc. 1, 68; 7, 16), sendo a família do Precursor a primeira a participar dela e a beneficiar.

Maria aparece intimamente unida a esta «visita» do Senhor ao Seu povo. Ela é, na verdade, a morada de Deus entre os homens, a nova Arca da Aliança, perante a qual, João, ungido pelo Espírito que repousa sobre o Messias, exulta de alegria, à semelhança de David (2 S. 6, 2-16). Em Maria concretiza-se, de algum modo, o encontro de Deus com a humanidade. Ela inicia a era messiânica. É a mulher que assegura ao seu povo a vitória absoluta sobre o pecado e o mal (a saudação de Isabel lembra a que foi dirigida a Judit, após a vitória sobre os seus inimigos).

Esta união continuará no prolongamento da «visita» do Senhor a todos os homens, que é a vida da Igreja.

 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha, em direcção a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio. Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio. Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor».

Palavra da salvação.

 

MEDITAÇÃO

 

 

O PERFIL DE MARIA

 

Ainda no seio da sua mãe, João Baptista recebe o Espírito prometido. Reconhece o Messias e aponta-o através da exclamação da sua mãe Isabel. As palavras inspiradas de Isabel, ao encontrar-se com a sua prima Maria traçam o perfil de quem tinha sido destinada a ser a mãe do Salvador. Maria é a mulher bendita por excelência. Repousando sobre ela as bênçãos divinas, a sua vida estava indissociavelmente ligada a Deus. Sem deixar de ser humilde serva, a sua humanidade revestia-se de um brilho especial. Tornava-se um modelo não apenas de mulher, mas de ser humano. Maria trazia no seu ventre um fruto santo. A prole era um dos indicadores seguros da bênção divina. A humilde Virgem de Nazaré recebera, porém, uma bênção suplementar: a de ser a mãe do Messias. Tudo isto por estar disposta a ser totalmente fiel a Deus. Maria é mulher de fé. Aqui reside a sua verdadeira grandeza, pois a maternidade decorre desta sua virtude. E a sua fé desdobra-se em forma de confiança e entrega disponível nas mãos de Deus. Porque crê, assume o projecto divino, embora desconhecendo como irá realizar-se. Joga-se, inteiramente, nas mãos de Deus, certa de não ficar decepcionada. Maria é a mãe do Senhor de todos os povos. A exclamação de Isabel: “Como posso merecer que a mãe de meu Senhor venha visitar-me?” revela as reais dimensões da maternidade de Maria. O Senhor de Isabel é o Senhor do povo de Israel e Senhor de todos quantos haveriam de crer. Este Senhor de toda a humanidade estava ali, no ventre de Maria. As narrativas de infância de Jesus deixam perceber a sua origem humilde, numa casa pobre em Nazaré, longe de Jerusalém, capital religiosa da Judeia, e de qualquer outra grande cidade onde se concentram as elites privilegiadas. Por outro lado, no evangelho de Lucas, os paralelos feitos entre João Baptista e Jesus, desde as suas origens, são elaborados de maneira a destacar a primazia de Jesus em relação a João Baptista. Na época em que Lucas escreve, o movimento dos discípulos de João Baptista era expressivo e mantinha-se à parte do movimento dos discípulos de Jesus. Com este destaque dado a Jesus, procurava-se trazer os discípulos de João para as comunidades cristãs. Na narrativa de hoje vemos o encontro de duas mulheres: Maria, esposa de um operário de Nazaré, na Galileia, e Isabel, esposa de um sacerdote do Templo de Jerusalém. Contudo, o critério de status social é esvaziado. É a jovem mulher pobre da Galileia que é bendita entre as mulheres, trazendo no seu ventre o Senhor, comunicador do Espírito Santo.

 

 

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS

 

Aceitai, Senhor, os dons que trazemos ao vosso altar e santificai-os com o mesmo Espírito que, pelo poder da sua graça, fecundou o seio da Virgem Santa Maria.

Por Nosso Senhor, Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

ANTÍFONA DA COMUNHÃO – Is 7, 14

A Virgem conceberá e dará à luz um filho.

O seu nome será Emanuel, Deus-connosco.

 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Tendo recebido neste sacramento o penhor da redenção eterna, nós Vos pedimos, Senhor: quanto mais se aproxima a festa da nossa salvação, tanto mais cresça em nós o fervor para celebrarmos dignamente o mistério do Natal do vosso Filho.

Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 


domingo, 20 de dezembro de 2020

ALEGRA-TE, CHEIA DE GRAÇA

 

DOMINGO IV do ADVENTO – ano B – 20DEZ2020 

MISSA

 

ANTÍFONA DE ENTRADA – Is 45, 8

Desça o orvalho do alto dos Céus e as nuvens chovam o Justo.

Abra-se a terra e germine o Salvador.

 

ORAÇÃO COLECTA

Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas, para que nós, que pela anunciação do Anjo conhecemos a encarnação de Cristo, vosso Filho, pela sua paixão e morte na cruz alcancemos a glória da ressurreição.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Liturgia da Palavra

 

LEITURA I – 2 Sam 7, 1-5.8b-12.14a.16

 

«O reino de David permanecerá eternamente na presença do Senhor»

 

O rei David deseja construir um templo em honra de Deus, que abrigue a Arca da Aliança e seja o centro espiritual do seu povo. Embora o Senhor não rejeite o seu nobre projecto, faz-lhe, no entanto, compreender que não é o homem que traça planos a Deus, mas é Deus que associa o homem à realização dos Seus desígnios de salvação.

Será, portanto, Deus que construirá uma casa a David, constituído, doravante, depositário pessoal das promessas divinas. Da sua descendência nascerá o Messias, em Quem habita toda a plenitude da Divindade, verdadeiro e vivo templo de Deus no meio dos homens.

Esta Aliança e a fidelidade por ela exigida são mais importantes para o futuro do povo do que um templo material.

 

Leitura do Segundo Livro de Samuel

Quando David já morava em sua casa e o Senhor lhe deu tréguas de todos os inimigos que o rodeavam, o rei disse ao profeta Natã: «Como vês, eu moro numa casa de cedro e a arca de Deus está debaixo de uma tenda». Natã respondeu ao rei: «Faz o que te pede o teu coração, porque o Senhor está contigo». Nessa mesma noite, o Senhor falou a Natã, dizendo: «Vai dizer ao meu servo David: Assim fala o Senhor: Pensas edificar um palácio para Eu habitar? Tirei-te das pastagens onde guardavas os rebanhos, para seres o chefe do meu povo de Israel. Estive contigo em toda a parte por onde andaste e exterminei diante de ti todos os teus inimigos. Dar-te-ei um nome tão ilustre como o nome dos grandes da terra. Prepararei um lugar para o meu povo de Israel; e nele o instalarei para que habite nesse lugar, sem que jamais tenha receio e sem que os perversos tornem a oprimi-lo como outrora, quando Eu constituía juízes no meu povo de Israel. Farei que vivas seguro de todos os teus inimigos. O Senhor anuncia que te vai fazer uma casa. Quando chegares ao termo dos teus dias e fores repousar com teus pais estabelecerei em teu lugar um descendente que há-de nascer de ti e consolidarei a tua realeza. Serei para ele um pai e ele será para Mim um filho. A tua casa e o teu reino permanecerão diante de Mim eternamente e o teu trono será firme para sempre».

Palavra do Senhor

 

SALMO RESPONSORIAL Salmo 88 (89), 2-3.4-5.27 e 29 (R. cf. 2a)

 

Refrão: Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor. (Repete-se)

 

Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor

e para sempre proclamarei a sua fidelidade.

Vós dissestes:

«A bondade está estabelecida para sempre»,

no céu permanece firme a vossa fidelidade. (Refrão)

 

«Concluí uma aliança com o meu eleito,

fiz um juramento a David meu servo:

‘Conservarei a tua descendência para sempre,

estabelecerei o teu trono por todas as gerações’». (Refrão)

 

«Ele Me invocará: ‘Vós sois meu Pai,

meu Deus, meu Salvador’.

Assegurar-lhe-ei para sempre o meu favor,

a minha aliança com ele será irrevogável». (Refrão)

 

 

LEITURA II – Rom 16, 25-27

 

«O mistério encoberto desde os tempos eternos foi agora manifestado»

 

Neste hino de louvor e gratidão, com que encerra a Carta aos Romanos, S. Paulo dá glória a Deus, por haver, finalmente, revelado o mistério por excelência – o do acesso à salvação dos pagãos e dos judeus, incapazes, uns e outros, de a alcançar, pelos seus esforços.

Oculto no tempo, esse mistério revela-se no Natal, em que Deus nos deu a conhecer a sabedoria do Seu plano divino: salvar todos os homens e o homem todo por Jesus Cristo. Realiza-se na Cruz e é manifestado pelo anúncio do Evangelho feito pelos Apóstolos, testemunhas e realizadores deste mistério inefável.

 

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos

Irmãos: Seja dada glória a Deus, que tem o poder de vos confirmar, segundo o Evangelho que eu proclamo, anunciando Jesus Cristo. Esta é a revelação do mistério que estava encoberto desde os tempos eternos mas agora foi manifestado e dado a conhecer a todos os povos pelas escrituras dos Profetas segundo a ordem do Deus eterno, para que eles sejam conduzidos à obediência da fé. A Deus, o único sábio, por Jesus Cristo, seja dada glória pelos séculos dos séculos. Ámen.

Palavra do Senhor

 

ALELUIA – Lc 1, 38

 

Refrão: Aleluia. (Repete-se)

 

Eis a escrava do Senhor:

faça-se em mim segundo a vossa palavra. (Refrão)

 

 

EVANGELHO – Lc 1, 26-38

 

«Conceberás e darás à luz um Filho»

 

Maria aceitando ser a Mãe do Salvador, prometido a David, encerra o longo período de expectativa da humanidade. Pela sua fé, pelo seu «sim» generoso, Deus começa a habitar no Seu Povo.

Israel, apesar das advertências dos profetas (Deut. 12, 2-12), sonhava multiplicar os santuários, onde habitasse o Seu Deus. Mas só Deus pode escolher e construir uma morada digna d’Ele. E, na verdade, Ele mesmo a escolhe, pobre e humilde, de maneira desconcertante para o orgulho humano. O humilde acolhimento de Maria dá-Lhe a morada, que Ele desejava. O Espírito Santo realiza essa maravilha: Ele faz habitar o Verbo de Deus entre os homens.

Em Maria, a primeira entre os cristãos a comprometer-se na grande aventura da fé, nasce a Igreja, morada de Deus no meio dos homens (Apoc. 21, 3).

 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».

Palavra da salvação.

 

MEDITAÇÃO

 

EIS A SERVA DO SENHOR

 

Maria é outra representante da comunidade dos pobres que esperam pela libertação. Dela nasce Jesus Messias, o Filho de Deus. O facto de Maria conceber sem ainda estar morando com José indica que o nascimento do Messias é obra da intervenção de Deus. Aquele que vai iniciar nova história surge dentro da história de maneira totalmente nova. A saudação do anjo Gabriel surpreendeu Maria. Quem era ela senão uma humilde habitante de Nazaré, cidade sem importância das montanhas da Galileia? Mulher sem maiores pretensões do que a de ser fiel a Deus; uma virgem já prometida em casamento a José, mas sem viver conjugalmente com ele, conforme as tradições de seu povo? Afinal, que méritos tinha para ser uma “agraciada”, “plena da graça” divina? Maria estava longe de compreender o projecto de Deus a seu respeito. Sua humildade de mulher simples do interior não lhe permitia pensar grandes coisas a respeito de si mesma. Quiçá tenha sido este o motivo por que fora escolhida por Deus para ser mãe do Messias. Livre de toda a forma de orgulho e auto-suficiência, Maria podia abrir o seu coração para receber a graça de Deus que haveria de torná-la templo do Espírito Santo. Ela tornou-se objecto da atenção divina, no seu anseio de salvar a humanidade. Deus queria contar com uma pessoa disposta a tornar-se “escrava do Senhor”, e permitir que a vontade divina acontecesse em sua vida, sem objecções. Foi para Maria que se voltaram os olhares de Deus! Tudo quanto o anjo comunicasse a Maria seria grande demais para o seu entendimento, e superava a sua capacidade de o pôr em prática. Abriu-se para ela uma perspectiva nova, ao ser-lhe prometida a assistência do Espírito Santo. Este seria a força que lhe permitiria levar a bom termo a missão divina que lhe fora comunicada pelo anjo. O evangelista Lucas elabora esta narrativa da Anunciação com alusões a temas básicos do Primeiro Testamento. Na criação o Espírito de Deus pairava sobre as águas; agora, na segunda criação, este Espírito descerá sobre Maria. Em contraposição ao antigo pecado de Eva, agora Maria é cheia de graça. E o anúncio do anjo é feito em paralelo com as palavras do profeta Isaías, que anunciava um futuro brilhante para o filho da jovem esposa do rei Acaz (Is 7,14). Unindo-nos à saudação do anjo, hoje, também saudamos Maria. E agradecemos a Deus pela concepção de Jesus no seio de Maria, concedendo-nos participar na nova criação revestida de divindade e eternidade. A escolha de Maria, uma jovem da periferia da Galileia, para ser a mãe de Jesus, Filho de Deus, revela-nos que o projecto de Deus difere dos projectos dos homens neste mundo. O poder e o prestígio tão ansiosamente buscados, nada significam para Deus. Maria viveu a humildade e o serviço; nisto identifica-se com o seu filho Jesus. O título de “rainha” aplicado a Maria não indica poder e superioridade, mas sim amor que se doa, cativa, e que se comunica. Maria está presente nos nossos lares, nas alegrias e nos sofrimentos, confortando-nos, como mãe e companheira de caminhada no seguimento de Jesus. “Alegra-te ('Ave, Maria'), cheia de graça! O Senhor está contigo...”, “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” – Jesus. Unimo-nos à saudação do anjo e à saudação de Isabel (Lc 1,28.42), saudamos também a Maria em nossa oração. Com a oração contínua e repetitiva, tomamos consciência da presença de Maria no nosso meio e, com ela, a presença do seu filho Jesus. Com Maria, a nossa atenção volta-se para Jesus, percorrendo a trajectória da sua vida: o seu nascimento, o seu ministério, a sua paixão e a sua ressurreição.

 

 

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS

 

Aceitai, Senhor, os dons que trazemos ao vosso altar e santificai-os com o mesmo Espírito que, pelo poder da sua graça, fecundou o seio da Virgem Santa Maria.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

ANTÍFONA DA COMUNHÃO – Is 7, 14

 

A Virgem conceberá e dará à luz um filho.

O seu nome será Emanuel, Deus-connosco.

 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

 

Tendo recebido neste sacramento o penhor da redenção eterna, nós Vos pedimos, Senhor: quanto mais se aproxima a festa da nossa salvação, tanto mais cresça em nós o fervor para celebrarmos dignamente o mistério do Natal do vosso Filho.

Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.